Atualmente,
a queixa de alterações de memória é bastante comum. Isso porque nos encontramos
cada vez mais envolvidos em múltiplas tarefas e com maiores responsabilidades.
Além disso, o envelhecimento da nossa população pelo aumento da expectativa de
vida tornou imprescindível o diagnóstico e manejo desse sintoma cognitivo tão
importante.
Os
sintomas mais comuns são o esquecimento de onde se guardou objetos, o esquecimento
de compromissos, como uma consulta médica ou o pagamento de uma conta, e, em
alguns casos, sobre o que se está conversando. Outros menos freqüentes, mas de
maior gravidade, são a desorientação em relação ao tempo (dia do mês ou da
semana, o mês e o ano atuais) e a localização (se está em casa, no trabalho ou
na escola, por exemplo), assim como perder-se em locais conhecidos e não
reconhecer pessoas próximas.
O
diagnóstico é feito através de avaliações clínica e neurológica adequadas. Os exames
complementares, como uma triagem laboratorial e exames de imagem (tomografia
computadorizada ou ressonância
nuclear magnética), devem ser bem indicados, considerando-se o perfil de
sintomas de cada paciente e baseados em uma boa consulta médica.
O
mais importante é que se você apresenta qualquer uma dessas queixas, procure um
profissional preparado para interpretá-las, como o neurologista. Esses sintomas
cognitivos podem apenas ser reflexo de uma vida muito corrida, sedentária e de
uma alimentação inadequada, porém também podem representar condições
patológicas, como a depressão ou a doença de Alzheimer.
O
tratamento depende da definição da causa do déficit de memória. Entretanto, a
mudança de hábitos de vida é comum a todos os tratamentos, como a prática de
exercícios físicos regularmente, uma alimentação equilibrada,
manter a qualidade do sono e o tempo de dedicação à família, aos amigos e de
realização de algum hobby.
Informe-se!
Não se esqueça, procure um neurologista!
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